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Parafraseando os mágicos poetas acima, Vou pra Curitiba Tchauuuu! E vou lendo um livro chamado Angústia, Culpa e Libertação. Ai, acho que nunca mais serei a mesma. Não dá pra explicar. Mas é muito bom. Descrição objetiva: uma sala herméticamente fechada, com várias pessoas fazendo uma respiração que esquenta o corpo. Calor e vapor pra todo o lado, suor no chão, nas paredes, no teto. Estranhamente, um suor que não fede. Parece uma lavanderia, e alguém num canto entoa um mantra, e cada um se concentra em si de um jeito que não dá pra ser em aulinhas de academia, e de repente eu estava tonta, enjoada, e continuava a fazer movimentos e era prazeroso. Descrição subjetiva: de repente eu senti que tinha passado algum limite velho enrugado que não servia mais e fiquei com uma vontade de chorar absolutamente catártica. Saí de lá feliz, colocando uns nomes nuns bois que precisavam deles. Repito, não dá pra explicar. É bizarro (para nós ocidentaizinhos), mas é muito bom. |